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Isonomia Tributária e Regulatória

Concorrência justa exige regras iguais para todos

Isonomia tributária e regulatória: igualdade de regras para proteger empregos, consumidores e a produção no Brasil.

Atualmente, empresas que produzem, empregam e investem no Brasil competem em condições desiguais com plataformas internacionais de e-commerce que, além de se beneficiarem de vantagens tributárias, operam à margem de exigências regulatórias e de conformidade de produto aplicáveis ao mercado nacional.

Essa assimetria se expressa na entrada massiva de produtos sem certificação, com indícios de falsificação, subfaturamento, violação de propriedade intelectual e ausência de fiscalização sanitária, ambiental e de segurança, colocando consumidores em risco e penalizando quem cumpre a lei.

O resultado é um ambiente de concorrência desleal que compromete a competitividade do varejo e da indústria nacional, ameaça milhões de empregos, fragiliza a economia, distorce o mercado e compromete o futuro do país.

A Coalizão Prospera Brasil reúne entidades, empresas e sindicatos patronais que defendem a isonomia tributária e regulatória, o cumprimento das normas de conformidade de produto e a fiscalização efetiva como bases para um desenvolvimento econômico sustentável, competitivo e socialmente responsável. 

Isonomia tributária e regulatória: igualdade de regras para proteger empregos, consumidores e a produção no Brasil.

Mais de 50 entidades representativas de trabalhadores, indústria e comércio uniram suas vozes em defesa da isonomia tributária e das conquistas geradas pelo fim dos privilégios às plataformas internacionais de e-commerce.

A Coalizão Prospera Brasil levou à Esplanada dos Ministérios uma mobilização histórica em defesa da isonomia tributária. Com uma camiseta gigante estendida em frente ao Congresso Nacional, trabalhadores, indústria e varejo deram um recado claro: se baixar imposto para estrangeiro, tem que baixar para brasileiro.

A decisão de extinguir a tributação sobre compras internacionais de até US$ 50 ameaça empregos, investimentos, arrecadação e a competitividade de quem produz e gera renda no país. A Coalizão Prospera Brasil manifesta seu repúdio e defende condições justas de concorrência.



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Isonomia Tributária e Regulatória

Concorrência justa exige regras iguais para todos

Isonomia tributária e regulatória: igualdade de regras para proteger empregos, consumidores e a produção no Brasil.

Atualmente, empresas que produzem, empregam e investem no Brasil competem em condições desiguais com plataformas internacionais de e-commerce que, além de se beneficiarem de vantagens tributárias, operam à margem de exigências regulatórias e de conformidade de produto aplicáveis ao mercado nacional.

Essa assimetria se expressa na entrada massiva de produtos sem certificação, com indícios de falsificação, subfaturamento, violação de propriedade intelectual e ausência de fiscalização sanitária, ambiental e de segurança, colocando consumidores em risco e penalizando quem cumpre a lei.

O resultado é um ambiente de concorrência desleal que compromete a competitividade do varejo e da indústria nacional, ameaça milhões de empregos, fragiliza a economia, distorce o mercado e compromete o futuro do país.

A Coalizão Prospera Brasil reúne entidades, empresas e sindicatos patronais que defendem a isonomia tributária e regulatória, o cumprimento das normas de conformidade de produto e a fiscalização efetiva como bases para um desenvolvimento econômico sustentável, competitivo e socialmente responsável. 


Isonomia Tributária e Regulatória

Quando as regras são desiguais, o prejuízo é coletivo

Plataformas estrangeiras vendem no Brasil em condições privilegiadas, pagando menos impostos e, muitas vezes, sem cumprir integralmente as exigências regulatórias e de conformidade de produto impostas às empresas estabelecidas no país. Empresas essas que produzem localmente, seguem a legislação, geram empregos formais e movimentam a economia nacional.


Produtos importados via plataformas internacionais

17%

de carga
tributária

Sem rigor regulatório e fiscalizatório em relação à origem, certificação e segurança dos produtos



Produtos vendidos por empresas estabelecidas no Brasil

90%

de carga
tributária

Cumprem com normas sanitárias, técnicas, ambientais, trabalhistas e de defesa do consumidor

Essa combinação de assimetria tributária e regulatória cria um ambiente de concorrência desleal, desestimula investimentos das empresas no país e coloca em risco milhares de empreendimentos que sustentam o mercado interno.

Manter privilégios para e-commerces estrangeiros significa enfraquecer a indústria, o comércio e a base produtiva nacional, além de ampliar a circulação de produtos sem certificação adequada, com riscos econômicos, sociais e ao consumidor.

Concorrência justa só existe quando as regras são iguais para todos.


impacto

O setor de moda mostra, na prática, o impacto da concorrência desleal

O varejo e a indústria da moda, que são parte central da economia brasileira e da vida de milhões de famílias, ilustram os efeitos dessa distorção:

R$
385,3
bilhões

de faturamento anual

2,3
milhões

de empregos diretos no varejo e na indústria têxtil e calçadista

222
mil

pontos de venda em todo o país

140
mil

MEIs na indústria do vestuário, mais de 50% mulheres, a maioria são chefes de família

maior

setor empregador do Brasil

Enfraquecer o setor por meio de desequilíbrios tributários e regulatórios significa colocar em risco milhões de postos de trabalho, a renda de famílias, o comércio local e a qualidade de vida da população em todas as regiões do país.

O que ocorre na cadeia da moda ilustra um fenômeno que já começa a atingir outros segmentos do varejo e da indústria.


evidência

Isonomia tributária têm potencial para fortalecer o mercado interno, estimular investimentos e gerar empregos.

Dados oficiais observados durante o período de vigência das medidas de isonomia tributária apresentaram efeitos concretos e positivos sobre vendas e empregos em diferentes setores da economia brasileira:

  • O setor de tecidos, vestuário e calçados passou de um movimento de queda para o crescimento médio de 5,47% nas vendas após a taxação no comércio
  • Segmentos como de móveis e eletrodomésticos (4,63%), materiais de construção (4,44%) e artigos de uso pessoal (3,49%) também registraram recuperação nas vendas

Crescimento nas vendas por setor

Tecidos, Vestuário e Calçados
+5,47%

Móveis e Eletrodomésticos
+4,63%

Materiais de Construção
+4,44%

Artigos de Uso Pessoal e Doméstico
+3,49%

Fonte: Dados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) do IBGE

EXPRESSIVA CRIAÇÃO DE NOVOS EMPREGOS

Durante o período de vigência do Remessa Conforme:

  • 860 mil empregos formais diretos gerados no Comércio
  • 578 mil novos empregos diretos na Indústria
  • 1,5 milhão de empregos indiretos nas cadeias produtivas e nos serviços em todos os setores da economia.

Indústria e varejo contribuíram, assim, para que o Brasil atingisse o menor desemprego da sua história: 5,1%, ao final de 2025.

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

Os dados disponíveis comprovam:
equilíbrio tributário fortalece o mercado interno,
estimula investimentos e gera empregos.


EVIDÊNCIA

Mais justiça fiscal, mais investimento no Brasil

A retomada do imposto de importação e o fortalecimento das regras fiscais ampliaram a arrecadação e aumentaram a confiança dos investidores no país:


  • Incremento de R$ 10,8 bilhões em impostos federais no 2º semestre de 2024*

  • Crescimento de 17,6% na arrecadação do comércio atacadista e varejista em 2024*

  • Alta de 88,9% na arrecadação do varejo no 4º trimestre de 2024*

  • Aumento do imposto de importação de R$ 370 milhões para quase R$ 3 bilhões em um ano

*em comparação os mesmos intervalos de tempo de 2023

Ao mesmo tempo, grandes empresas varejistas intensificaram seus investimentos no Brasil, reforçando a confiança no mercado interno.
Os setores estimam injetar R$ 100 bilhões em 2026, desde que haja previsibilidade, segurança jurídica e igualdade de condições.


chamada à ação

Não ao Retrocesso.

Sim ao Futuro do Brasil.

Enfraquecer as medidas de isonomia tributária e regulatória é um grave retrocesso. Significa ampliar a concorrência desleal, destruir empregos, reduzir investimentos e fragilizar a economia nacional.

O risco é real e iminente.

A justiça tributária não é apenas uma pauta técnica, é uma demanda econômica, social e popular.

Defender a isonomia tributária é defender:

Saúde e segurança do consumidor

Emprego formal

Produção nacional

Desenvolvimento econômico

Soberania do mercado interno

A questão não é apenas tributária, mas de equilíbrio competitivo e de sustentabilidade da base produtiva nacional.

A Coalizão Prospera Brasil atua para garantir que todos joguem com as mesmas regras.

Avançar na justiça tributária é fortalecer quem produz, emprega e investe no Brasil.



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