A indústria e o varejo sustentam milhões de empregos no Brasil
A indústria e o varejo nacionais formam a base da economia real brasileira. Juntos, esses setores respondem por cerca de 18 milhões de empregos, diretos e indiretos, em todas as regiões do país.
São empresas que produzem localmente, recolhem impostos, investem no mercado interno e sustentam cadeias produtivas inteiras, do pequeno empreendedor à grande indústria.
Qualquer distorção nesse equilíbrio afeta toda a sociedade.
Países reforçam proteção ao mercado interno
Diversas economias ao redor do mundo têm adotado medidas isonômicas para preservar sua indústria, comércio e empregos locais diante da crescente concorrência desleal com as plataformas internacionais de e-commerce.
Os Estados Unidos anunciaram o fim do regime De Minimis e passaram a aplicar alíquota de até 54% sobre remessas de importação simplificada provenientes de plataformas asiáticas, encerrando um modelo que favorecia a entrada de produtos sem tributação adequada e com baixa fiscalização.
No Brasil, a alíquota permanece em apenas
17%
tornando o país destino preferencial do comércio asiático. O que acentua a urgência por igualdade tributária.
Outras economias também vêm adotando medidas semelhantes para preservar sua base produtiva. Tarifas, exigências regulatórias, controles de conformidade e incentivos às cadeias produtivas locais têm sido utilizados para garantir condições mais equilibradas de competição, proteger consumidores e assegurar o desenvolvimento econômico interno.
O movimento internacional indica uma tendência crescente de revisão das regras de importação para preservar condições equilibradas de competição.
O recado das urnas
Essa não é apenas uma questão técnica, tornou-se também uma demanda da sociedade.
80%
dos brasileiros não votariam em um candidato que defende dar privilégios a empresas estrangeiras em comparação às empresas brasileiras
Fonte: Inst. Locomotiva
A mensagem é uníssona e urgente: a sociedade exige que seus representantes defendam a economia nacional, garantindo a isonomia tributária e regulatória como ferramenta essencial para o desenvolvimento, o emprego e a competitividade brasileira.
82%
dos consumidores preferem que as roupas, calçados e acessórios que compram gerem trabalho e renda para brasileiros
Fonte: Inst. Locomotiva
O consumidor consciente entende que cada peça adquirida deve ser um investimento na economia do país. Eles demandam responsabilidade e preferem marcas que comprovadamente sustentam famílias, geram empregos formais e movem a roda do desenvolvimento interno. É o consumidor exigindo que as políticas públicas incentivam e protejam quem produz e emprega no Brasil!
Justiça tributária e regulatória é política de desenvolvimento
Os dados mostram que equilíbrio de regras não é protecionismo. É uma política econômica responsável, capaz de fortalecer o mercado interno, gerar empregos, proteger o consumidor e estimular investimentos produtivos no Brasil.
Concorrência justa não é privilégio.
É condição para o futuro do país.
Entidades e empresas que defendem a isonomia tributária e regulatória como base para um desenvolvimento econômico sustentável, competitivo e socialmente responsável.
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